Em qualquer lugar que se vá
Em qualquer lugar que se chegue,
O que sempre é inconfundível
É a cara do Pejoteiro.
Pode ser do campo ou da cidade
Pode ser punk ou pagodeiro,
Você olhará diversos rostos
E reconhecerás o Pejoteiro.
Seja na Igreja ou na rodoviária
Seja no metrô ou nas ruas,
Você nunca irá desencontrar-se
Com o Pejoteiro que procuras.
Apesar das diversas raças
E apesar das diversas culturas,
O bom Pejoteiro nunca perde
A verdadeira ternura.
Seu olhar é guerreiro e feliz
Sempre carrega consigo a esperança,
De um dia, todos juntos
Gestarmos a mudança.
E apesar das situações
Poucas vezes a seu favor,
Ele nunca deixa de lutar
Pela Civilização do Amor.
________________________
* Evandro Estevao Marquesone
A CARA DO PJOTEIRO*
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
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Marcadores: PJ
Prepare-se pra falar sobre SEGURANÇA PÚBLICA
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Ano que vem a Campanha da Fraternidade (atividade organizada pela Igreja Católica no Brasil, no período da Quaresma) trará a proposta de discutir a questão da Segurança Pública. Com o tema "Fraternidade e Segurança Pública" e lema "A Paz é fruto da Justiça" irá convidar a soceidade de uma forma em geral para debater sobre as mais diversas violências que permeiam e impedem a vida de nosso povo. Neste ano, realizou-se em Brasília um Seminário Nacional sobre Segurança Pública, organizado pelo Ministério da Justiça e CNBB. Na atividade estiveram presente a Pastoral Carcerária, Pastoral Afro, Pastorais de Juventude dentre outras organizações eclesiais e sociais. Representando as Pastorais de Juventude contamos com a presença de jovens da PJ (Pastoral da Juventude) e da PJE (Pastoral da Juventude Estudantil), além da presença de representantes da Trilha Cidadã, pertencente a Rede Brasileira de Centros e Institutos de Juventude. É importante ratificar que ano que vem, também estará acontecendo no cenário, Conferências Municipais, Estaduais e Nacional de segurança Pública e que a juventude, principal vitima da violência não deve se abster ao debate sobre aquilo que está acabando com o sonho de muitos rapazes e moças. Também é importante pautar a questão da Redução da Maioridade Penal, das Questões Raciais e de Gênero, assim também do Projeto de Lei 122 que criminaliza a Homofobia.
Mais do que votar, é necessário um debate preparatório nos grupos de bases, comunidades, e outras organizações para que esclareçam melhor sobre as questões que hoje estão pautadas de forma em que os pobres têm pouco acesso ou não lhe é transmitida de forma clara e objetiva.
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Experiência em Brasília/Goiânia (9° Dia)
terça-feira, 24 de junho de 2008
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DESABAFO
quinta-feira, 8 de maio de 2008
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SEMANA DA CIDADANIA 2008
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
“O único evangelho que muitas pessoas vão ler
é o nosso exemplo de vida.”
D. Helder
Neste ano iniciamos a memória do centenário de Dom Hélder Câmara, profeta, pastor e poeta que fez esse caminho com Jesus.
Viver é fazer escolhas. A Conferência de Aparecida, acontecida em maio do ano passado, e a Campanha da Fraternidade deste ano nos convidam a escolher a vida. O desafio é esse! Há caminhos que geram morte, por isso somos convocados/as a escolher e construir caminhos que geram vida!
Nosso convite para esta SdC é construir ações contra o empobrecimento social que atinge a juventude, motivados pela confiança de que temos mil razões para viver!
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Síntese de experiências revolucionárias
domingo, 18 de novembro de 2007
Ponho pois a me refletir a partir de uma canção entoada pelas Comunidades Eclesiais de Base: "É Jesus esse pão de igualdade, viemos pra comungar, com a luta sofrida do povo que quer ter voz, ter vez lugar. Comungar é torna-se um perigo, viemos pra incomodar. Com a fé e a união nossos passos um dia vão chegar!"
Neste mês de novembro, participei de duas atividades no qual destaco com grande alegria: a primeira foi o Encontrão das CEB's da Grande Belém, realizado no dia 03 na Paróquia de São José de Queluz, lá em São Bráz. Na ocasião refletíamos sobre a Juventude e as CEB's. Um momento bastante rico onde CEB's e PJ reconheciam a valia da reciprocidade em que as duas tinham com a outra.
Muitos/as companheiros/as colocaram algo que, talvez, estivesse sufocado em seus corações. Para mim, ao mesmo tempo que foi um ensaio da revolução, via-se esta acontecendo, brotando do coração daqueles que se abriam para o novo e
acima de tudo, para o diferente.
Outra atividade, ocorrera a pouco no qual ainda paira no ar, seu cheiro. Vivemos neste fim de semana(17 e 18 de novembro), um momento marco: o I Encontro Estadual da Juventude Cabocla Socialista do Pará - JCSP. Este, reuniu vários jovens, ligados a essa agremiação do PT, especificamente da tendência PT pra Valer, de alguns municípios do Estado. A atividade mostrou o contraste do que muitos "dinossauros" não conseguiram perceber e infelizmente a história não tenha lhes proporcio
nado vivenciar: O protagonismo juvenil. Da região metropolitana estavam alguns grupos culturais do bairro do Benguí (Grupo Cultural Ayrakyrã, Tribo Kanamary, Guerreiros de Ayrã, Cia. Terra Cabocla), a JCSP municipal e alguns companheiros/as de Marituba e Mosqueiro. Momento mais que político. Momento de comungar do perigo, aquilo que nos une: nossa utopia. "Sonho que se sonha junto, é realidade "(Raul Seixas) e acredito que isso reflete naquilo que vivenciamos nestes dias de debate socialista.
Tais atividades mostram a preocupação incansável que as CEB's, a PJ e a JCSP tem com a juventude. Muito ainda há de se fazer, mas acreditamos estar no caminho que nos leve a tão almejada Civilização do Amor. Ousamos comungar da ousadia e da luta daqueles/as que sofreram para que estivéssemos onde estamos, e que hoje são nossas referências e nossa inspiração de fé na construção de uma sociedade mais humana. Se comungar é tornar-se um perigo, a coragem profética corre mais forte em nossas veias e nos faz fortes contra o capitalismo neoliberal que se apropria dos jovens. "Desce da cruz os pobres" e os jovens para construirmos um Brasil realmente para todos.
EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: URGENTE E NECESSÁRIA
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
A reflexão sobre a realidade onde vivemos e atuamos, sobre a missão e o jeito de ser Igreja a partir da pessoa de Jesus, são elementos que determinam a pastoral juvenil que precisamos. “Conhecer os jovens é condição prévia para evangelizá-los. Não se pode amar nem evangelizar a quem não se conhece[1]”.

Acreditando na importância e no potencial dos/as jovens em promover grandes transformações na sociedade, queremos chamar atenção de nossa ação evangelizadora no sentido de assumir claramente, afetiva e efetivamente, a prioridade a Evangelização da Juventude em nosso Plano Pastoral Paroquial, em comunhão com as demais instâncias e documentos eclesiais.
O RETRATO DA REALIDADE:
Definir o que é juventude é algo complexo. Por sua diversidade, talvez o plural “juventudes” seria o termo mais apropriado para designar essa massa predominante da população. É uma “fase marcada por processos de desenvolvimento, inserção social, e definição de identidades, o que exige experimentação intensa em diversas esferas da vida”[2]. Todavia, nota-se que muitos jovens não conseguem vivenciar dignamente esta etapa.
No bairro do Benguí, os jovens são atingidos pelos mecanismos da exclusão social, fruto do capitalismo. Os fortes problemas que se deparam são: envolvimento com drogas, banalização da sexualidade, gravidez na adolescência, prostituição, homicídio, fragilidade no sistema de ensino e desemprego.
O “medo de sobrar”[3] tem levado muitos jovens a entrarem cedo na criminalidade. O fácil acesso ao tráfico de drogas é também um fator que estimula a entrada destes no narcotráfico. Enorme quantidade de jovens recorrem às drogas buscando abrandar sua fome ou para escapar da cruel e desesperadora realidade em que vivem[4]. Pelo menos em nossa área, há vários pontos de comércio ilícito de drogas, onde cada vez mais, adolescentes e jovens, são recrutados para exercer a função de “aviãozinho”[5].
A mídia também tem grande influência na vida destes. Alem de apresentar grandes marcas no qual o acesso econômico é limitado a uma minoria, possui forte capacidade de indução no qual muitos destes tendem a sacrificar certos valores materiais e morais, fortalecendo com isso a cultura do consumo. As grandes “micaretas” conseguem aglomerar grande quantidade de jovens para assistir seus ídolos e consumir produtos que a publicidade induz e reproduz.
As instituições de ensino do bairro, também apresentam certas insuficiências. As escolas não conseguindo atender a demanda estudantil local, faz com que muitos busquem estabelecimento de ensino além das adjacências. Percebe-se uma certa banalização na educação. Além da ausência de recursos humanos e didáticos, a proposta de ensino baseia-se na produtividade subjetiva, na competitividade e no mercado.Na religião, vemos grande presença juvenil somando através de suas expressões artísticas. Todavia, muitos são cooptados e levados a vivenciar uma fé alienante e intimista. Muitos tendem visualizar a Igreja simplesmente como uma instituição de distante diálogo[6]. É preocupante o fato da maioria dos jovens atingidos pela ação pastoral da Igreja na catequese crismal, não têm sido conquistados para um sólido engajamento na comunidade e algumas vezes, não se sentem acolhidos por estas.
Nesta conjuntura é importante destacar algumas formas novas de participação da juventude e programas sociais voltados especificamente a este público. A participação juvenil nos círculos sócio-políticos e culturais tem sido um grande espaço de atuação de seu protagonismo. Somos gratos também a algumas entidades, ações e articulações grupais que, somando forças, promovem a participação transformadora da juventude. E neste rumo, merecem destaque algumas mãos que se dedicam à evangelização juvenil e a atuação de jovens nos demais segmentos pastorais, colocando-se a serviço como na catequese, liturgia, etc.
POR ONDE ANDA O DISCURSO DO MAGISTÉRIO?

Claro que a Evangelização da Juventude, não é algo de hoje. E a Igreja Católica é a instituição que mais acumula experiência no trabalho juvenil. Recentemente, lançou 2 documentos: “Evangelização da Juventude: desafios e perspectivas pastorais”[7] e “Documento de Aparecida”[8]. Tomemos estes documentos para uma olhar macro sobre os jovens.
Tais documentos apresentam a violência como uma fonte de sofrimento da juventude: “a violência se reveste de várias formas e tem diversos agentes: crime organizado e o narcotráfico, grupos paramilitares, violência na periferia, violência de grupos juvenis e crescente violência intra-familiar”(DA n.78). “A violência das grandes cidades atinge particularmente os jovens. Segundo dados do Ministério da Saúde (Sistema de Informações sobre Mortalidade – Datasus), em 2002, morreram no Brasil 28 mil jovens de 20 a 24 anos, sendo que 72% destas mortes foram ocasionadas por causas externas. Os jovens do sexo masculino são a maioria dessas vítimas: 18,5 mil mortes, o que corresponde a 80,5% do total”(CNBB, Doc. 85, n.259).
Na perspectiva “cultural” os/as jovens aparecem levados pelos impactos da pós-modernidade e da mídia: “... os jovens são vítima da influência negativa da cultura pós-moderna, especialmente dos meios de comunicação, trazendo consigo a fragmentação da personalidade, a incapacidade de assumir compromissos definitivos, a ausência da maturidade humana, o enfraquecimento da identidade espiritual, entre outros...” (DA 318). “Dentre os muitos elementos da nova cultura pós-moderna que influem no processo de evangelização dos jovens e no fenômeno da indiferença de uma parcela da juventude face a Igreja, destacamos a subjetividade, as novas expressões da vivência do sagrado e a centralidade das emoções” (DA 445)[9]. Em relação a escolaridade, as estatísticas relativas a este segmento social são alarmantes. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, em 2003, havia no Brasil 23,4 milhões de 18 a 24 anos, o que representava, aproximadamente, 13,55 da população total, e apenas 7,9 milhões (34%) estavam freqüentando a escola” (CNBB, Doc. 85, n.255)
Considera-se também o fato que os jovens são “presas fáceis das novas propostas religiosas” (DA n. 444). “Além disso, fenômenos que marcam a dinâmica do campo religioso na atualidade são intensificados quando se trata da população jovem, como a busca contínua por uma expressão de fé que dê sentido às suas vidas ( o que acelera o trânsito religioso); a atração por manifestações religiosas exóticas; e a elaboração de sínteses pessoais a partir do repertório de crenças e práticas disponíveis em vários sistemas religiosos” (CNBB, Doc. 85, n.42)
E AGORA?
Consegue-se perceber a equiparação entre as realidades e os discursos apresentados. Isso responde que não estamos vivendo uma realidade particular, claro que com suas tonalidades específi
cas. Logo somos remetidos a comungar de algumas ações já desenvolvidas em vista da libertação integral.A opção preferencial pelos jovens é retomada nestes dois documentos oficiais da Igreja[10]. O que se espera é que não corra o risco de ficar somente no “discurso” ou que se reduza somente a uma opção afetiva. E isso requer preocupação com o protagonismo juvenil nas diversas instâncias e com a formação de agentes no acompanhamento grupal, em especial, assessores/as.
Seria um pecado nos omitir ao que foi apresentado. Movidos pela mística da construção, pretendemos fortalecer nossa missão com os(e como) jovens. Oxalá possamos abrir caminhos para fortalecer o desenvolvimento da juventude, crendo na sua capacidade de transformar trincheira de idéias e sonhos, em realidade.
________________________________________________________
[1] CNBB, Doc. 85, 2007, n.10
[2] cf. FREITAS, Maria Virginia de. Juventude e Adolescência no Brasil; referências conceituais. São Paulo, Ação Educativa, 2005. p.31.
[3] NOVAES, Regina e VITAL, Cristina. A juventude de hoje: (re) invenções da participação social. In: THOMPSON, Andrés (org.). Associando-se à juventude para construir o futuro. São Paulo, Peirano, 2006. pp. 112-113.
[4] Em alguns locais no bairro, encontramos adolescentes e jovens utilizando drogas em plena luz do dia.
[5] Pessoa designada para transportar drogas ou informações aos traficantes.
[6] Em muitos casos, essa idéia é reproduzida pelas próprias lideranças eclesiais.
[7] Tema das Assembléias de maio de 2006 e 2007 do Episcopado Brasileiro.
[8] Texto conclusivo da V Conferência do Episcopado Latino-Americano e do Caribe.
[9] Há também destaque do mesmo assunto no n. 65 neste mesmo documento.
[10] cf. Documento de Aparecida, n446a; CNBB, Doc.85, 2007, n.4.
CIFA IV - Parte 1
segunda-feira, 16 de julho de 2007
A atividade começava as 19:00hs. com uma celebração seguida de uma palestra, na Paróquia de Cristo Rei, do outro lado da Br 316, frente ao Hospital Metropolitano, não sei se de Belém ou de Ananindeua (uauahauhuaha).
Foi uma celebração com uma homilia rica onde aquele Senhor falava da importância do Amor e do Perdão, onde falava que ambos se completavam. No final da celebração, inicou-se a palestra com a costumeira apresentação orientada pela Priska, pedindo indetificação dos/as presentes. Gente da PJ de algumas paróquias de nossa Arquidiocese. O Pe. Hilário Dick, assessor da palestra e também do CIFA IV (Curso Intensivo de Formação de Assessores) mostrou alguns dados da juventude no desenrolar da oficina. O pároco da paróquia que ocorrera a palestra e o Pe. Silvio do Curuçambá se faziam presentes na palestra.
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Passeio - parte 2
sábado, 7 de julho de 2007
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quinta-feira, 5 de julho de 2007
Bem, este foi o meu primeiro passeio das "férias" de julho. Um dos melhores que já fui. Bem vou contar algumas coisas deste passeio aqui.


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